sexta-feira, 8 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Pooois....
Eu já devia saber que começar uma "dieta" à 6a feira é um tiro no pé...
Sexta foi um dia clean! Well done!...
Sábado até ao lanche fiz tudo direitinho... A partir daí e todo o dia de domingo foram desvarios uns atrás dos outros...
Hoje voltei a ter um dia clean :)
Caso isto fosse uma dieta, este desvario do fim de semana era coisa para me deixar frustrada e desanimada.
Mas não é! É uma mudança de modo de vida. É tentar limpar a minha alimentação um pouco mais, torná-la mais clean, menos tóxica. Apostar em produtos mais saudáveis e afastar-me um pouco mais dos docinhos (a minha perdição!)
E a minha vida tem desvarios, mas é claro que sim! São eles que lhe dão cor...
A chave aqui é compensá-los! Desvarios de fim de semana = semana mais cuidada.
Porque só assim é que faz sentido. Só assim é que consigo sentir-me de consciência tranquila e feliz com as minhas escolhas.
Se a perda de peso for um dano colateral, será somente um crédito e não o objetivo.
Clean - só por hoje!!
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Hoje
Hoje começa oficialmente a segunda metade de 2016.
Hoje estou oficialmente 10Kg acima do meu peso ideal.
Hoje estou oficialmente 20Kg abaixo do meu peso máximo,
quando um dia já estive 30.
Hoje quero oficialmente tomar as rédeas da minha vida novamente.
Porque eu sei que se o consegui uma vez, eu consigo
novamente.
Porque é altura de me virar novamente para mim e mimar-me.
Porque é altura de deixar de andar constantemente em piloto automático e voltar
a tomar decisões conscientes.
Porque eu gosto de me sentir de consciência tranquila. Gosto
de saber que estou a fazer as melhores escolhas para mim e a tratar o meu corpo
como ele merece.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Das minhas inseguranças
Foram muitos anos a ignorar o espelho do quarto e a balança da casa de banho.
Foram muitos anos a aceitar que eu era tão grande que só a roupa de velha me servia.
Foram muitos anos a fingir que isso não me incomodava.
Foram muitos anos a cultivar a política da baixa autoestima.
Foram muitos anos a tratar o meu corpo como um balde do lixo.
E depois nasceu a minha filhota. Aquela que observava todos os meus passos. Aquela que sorvia todos os meus ensinamentos, mesmo os mais ínfimos. Aquela para quem eu tinha de ser a melhor.
E eu mudei.
Quis mudar porque ela merecia ter o melhor role-model que eu lhe pudesse dar.
Quis mudar porque eu merecia ser o melhor que eu pudesse ser. Eu merecia ser feliz em todos os aspetos da minha vida.
E continuo a mudar todos os dias. Às vezes para melhor, outras para pior...
Mas foram muitos anos a enxovalhar-me a mim própria e continua a ser difícil olhar para o espelho do quarto.
Eu olho para o espelho e o que vejo é a celulite das coxas, o inchaço dos tornozelos, as estrias da barriga, o peito descaído, os braços flácidos...
É muito a custo que consigo ver como gosto do meu nariz empinado, como gosto dos meus lábios perfeitinhos, como gosto dos meus pés, como gosto do tamanho do meu peito, como gosto do meu pescoço. E foi só quando a minha filha me disse que gostava de ter os olhos da cor dos meus é que eu me apercebi como eles eram bonitos...
Eu ainda olho para o espelho e só consigo ver que as minhas ancas continuam largas, que as minhas coxas continuam grossas e que o pneuzinho da barriga continua inflado.
É a muito custo que consigo admitir que apesar de toda essa "anormalidade" e "enormidade", o meu corpo mantém as proporções harmoniosas que realmente tornam uma mulher bonita.
Roliça sim, mas harmoniosa.
Olhando à volta, todos os dias somos bombardeadas com imagens de corpos perfeitos...
As lojas da moda determinam se és "boa" o suficiente para teres o privilégio de comprares as suas roupas, ou se o tamanho maior não te passa dos joelhos...
Os espelhos dos provadores... ahh os espelhos dos provadores, fujo deles a sete pés... não há uma vez em que eu me olhe num espelho desses e não pense: Como é que saíste assim de casa, mulher?!
Os piropos... esses estão reservados para as que são mesmo "boas"...
E quando recebes algum, mesmo assim pensas que estão no gozo contigo... não consegues acreditar que seja dito de coração, simplesmente porque não te vês como "Boa!"... é preciso quase uma dissertação sobre o tema para acreditares :)
E depois há dias em que olhas descontraidamente para um qualquer espelho num corredor de um shopping e pensas Eh lá! Estas calças ficam-me bem... pareço mais magra... porque se calhar até estás a ver aí o que todos os outros veem! Porque o raio da imagem que vês refletida no espelho do quarto não é a imagem que os outros têm de ti.
Porque se tu um dia não viste como eras enorme aos 98 - e eu juro pelas alminhas que nunca vi no espelho a mulher que hoje vejo em fotos daquela época - se calhar a imagem que vês no espelho continua a ser uma imagem distorcida de ti.
O hubby esteve ao meu lado em praticamente todas as fases da minha vida, desde a melhor à pior e sempre me disse que eu sou perfeita como sou. Que não se importa com o meu tamanho, que me ama a mim, pelo que sou, mas que compreende que se eu não me sinto bem, trabalhe para o modificar e me apoia incondicionalmente.
E eu dou por mim a pensar: desperdicei tantos anos da minha vida descontente com o que vejo no espelho porque não chega nem perto dos padrões "ideais" quando podia ter simplesmente ter feito as pazes comigo e aceitar-me e amar-me como sou...
Apesar disso, apesar de eu já ter mudado tanto o meu modo de vida, o meu modo de pensar, apesar de começar a fazer as pazes comigo, eu ainda não consigo olhar-me no espelho sem me focar nos meus pontos negativos. Porque no fim de contas, eu estou tão longe do que a sociedade definiu como "ideal"...
E depois há a perspetiva descomplicada dos homens sobre o assunto... este chorrilho de dúvidas, deve ser completamente incompreensível para eles...
Eles realmente devem olhar para nós com a cabecinha de lado, tal qual os cachorrinhos quando não percebem o que estamos a fazer.
- Queres comer? Come.
- Sentes-te pesada? Mexe-te.
- Se não te sentes bem, faz algo quanto a isso. Agora, não vale a pena andares só a chafurdar em auto-comiseração, sem mexer uma palha.
- Para que te martirizas?!
Simples assim...
domingo, 26 de junho de 2016
Custa-me imenso admitir, mas...
Homens e mulheres vivem em universos paralelos.
Ter um amigo homem com quem podes conversar abertamente é uma mais valia para qualquer mulher.
Dá-nos uma visão completamente diferente de um sem número de situações do dia a dia. Eles têm uma visão da vida mais simplista, eles descomplicam o que nós , pela nossa natureza, complicamos.
Eles são básicos. Nós somos complicadas. Para eles há preto e há branco. Para nós há inúmeros tons de preto e um sem número de variações de branco.
Se nós, de vez em quando, os escutarmos, conseguimos perceber como gastamos tanto do nosso tempo em coisas inúteis e canalizamos tanta da nossa energia para situações negativas.
Eles são práticos. Nós precisamos de dar uma volta imensa ao assunto até chegar precisamente à mesma conclusão que eles chegaram já há que tempos...
Basicamente isto:
Às vezes, aceitar ver a perspetiva simplista de um homem sobre determinado assunto é um bálsamo para a alma, desde que ele também respeite a nossa perspetiva enredada sobre o mesmo.
E quanto mais percebo a mentalidade dos homens, mais os admiro. Quem me dera ser assim, descomplicada! A vida fica tão mais simples! Sortudos...
Ter um amigo homem com quem podes conversar abertamente é uma mais valia para qualquer mulher.
Dá-nos uma visão completamente diferente de um sem número de situações do dia a dia. Eles têm uma visão da vida mais simplista, eles descomplicam o que nós , pela nossa natureza, complicamos.
Eles são básicos. Nós somos complicadas. Para eles há preto e há branco. Para nós há inúmeros tons de preto e um sem número de variações de branco.
Se nós, de vez em quando, os escutarmos, conseguimos perceber como gastamos tanto do nosso tempo em coisas inúteis e canalizamos tanta da nossa energia para situações negativas.
Eles são práticos. Nós precisamos de dar uma volta imensa ao assunto até chegar precisamente à mesma conclusão que eles chegaram já há que tempos...
Basicamente isto:
Às vezes, aceitar ver a perspetiva simplista de um homem sobre determinado assunto é um bálsamo para a alma, desde que ele também respeite a nossa perspetiva enredada sobre o mesmo.
E quanto mais percebo a mentalidade dos homens, mais os admiro. Quem me dera ser assim, descomplicada! A vida fica tão mais simples! Sortudos...
terça-feira, 21 de junho de 2016
Adulta de chocolate :)
Vi esta expressão no blog da Joana e fiquei completamente deliciada!
É precisamente como eu me vejo na minha vida: sou uma adulta de chocolate...
Não sou uma adulta à séria, sou uma menina crescida, com uma maturidade imatura...
Uma adulta de chocolate usa all stars e calças de ganga... usa porta moedas da Hello Kitty e mala à tiracolo da Sininho...
Uma adulta de chocolate consegue amar os que a rodeiam, mas já consegue amar-se e colocar-se a si própria em primeiro lugar...
Uma adulta de chocolate tem duas tatuagens e morre de vontade de fazer um pequenino piercing mas ainda lhe falta um bocadinho assim de coragem...
Uma adulta de chocolate faz as coisas que lhe dão prazer, sem culpas... para uma adulta de chocolate, a vida só faz sentido quando é vivida assim... feliz... sem olhar para trás... sem remorsos...
Uma adulta de chocolate rebola no chão a brincar com a filha , partilha os fones com ela, interessa-se à séria pelo seu mundinho de adolescente e tem conversas intermináveis sobre músicas, lockscreens e olhos lindos...
As filhas das adultas de chocolate pensam que todos os adultos são assim e ficam orgulhosas de serem, também elas por arrasto, filhas de chocolate. São felizes... tal como as mães adultas de chocolate...
Gosto de ser uma adulta de chocolate. Gosto de pensar que me consigo manter naquela redoma docinha e protegida pelas minhas pessoas como mimada que sou.
Ser uma adulta de chocolate não é para todos, é privilégio de quem cresce mais em idade do que em mentalidade. O meu corpo pode ter 40 anos, mas a minha mente continua a vaguear na casa dos vinte, mas com o twist da maturidade dos quarenta.
domingo, 19 de junho de 2016
Odeio...
... que me enganem e que achem que sou burra... então quando não é a primeira vez é coisa para me deixar completamente incendiada...
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