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domingo, 3 de junho de 2018

Muito interessante


Os 10 princípios da alimentação intuitiva:

Os 10 princípios da alimentação intuitiva visam a prática do comer intuitivo. Quando eles são seguidos, é possível ter uma relação tranquila e normal com os alimentos, sem precisar viver em guerra contra a comida.

Alguns destes princípios procuram ajudar-nos a sentir e a responder às sensações físicas, como a fome e a saciedade. Outros princípios ajudam a remover os obstáculos que atrapalham a nossa sintonia com o corpo, sendo o seu principal objetivo uma relação saudável com a comida.
  
1. Rejeitar a mentalidade de dieta
A alimentação intuitiva propõe uma mudança de olhar para a comida, bem como sentimentos e atitudes. Procura-se evitar a rigidez alimentar, as regras impostas por outras pessoas, a privação, o medo, a culpa, a vergonha e o sentimento de controlo, existentes na mentalidade de dietas.
Em vez disso, o comer intuitivo procura que a alimentação seja harmoniosa, flexível, e prazerosa. Deve-se respeitar os sinais internos do corpo, ter confiança, satisfação, nutrição e liberdade ao comer. Portanto, a proposta não é fazer dieta e sim fazer as pazes com a comida.
Alimentação intuitiva não tem nada a ver com dietas. Dietas desregulam nosso corpo quando as sensações de fome, saciedade e causam ganho e reganho de peso. Além disso, dietas aumentam as hipóteses de cometer exageros e de sofrer com compulsões alimentares.

2. Honrar a fome
Aprender a honrar o sinal biológico da fome significa comer quando se tem fome.
Não é adequado sentir-se com fome e ignorar esse sinal só para emagrecer. É claro que existem momentos em que temos fome, mas por algum motivo não podemos comer naquele horário. Neste caso, o importante é não ficar faminto. Sempre que estamos com muita fome, é difícil entender os sinais de saciedade e é fácil comer sem controlo ou atacar o frigorífico.
Quando honramos a nossa fome, temos energia para realizar as nossas tarefas do dia a dia. Pessoas que passam a dar atenção a sua fome, tendem a retornar ao peso corporal habitual e a manter o peso. Isso ocorre porque quando passamos a ouvir o nosso corpo e nossa fome, paramos de comer em excesso!

3. Fazer as pazes com a comida
Esse princípio está centrado num dos pilares centrais da alimentação intuitiva, a permissão incondicional para comer. Antes que digas: “Ah então posso comer o que quiser, até ficar a abarrotar?”. Claro que não é isso. O sentido não é comer em quantidade e sim não ter restrições a alimentos que gostas de comer.
Quando se faz dieta é comum comer uma barrinha de cereais (ou outro alimento) ao lanche da tarde, por exemplo, mesmo sem gostar tanto. Simplesmente se segue uma “regra” determinada por outra pessoa, ignorando a possibilidade de comer algo que seja gostoso e ao mesmo tempo nutritivo, matando a fome e a vontade comer ao mesmo tempo.
Por isso, aqui neste princípio, a ideia é se permitir comer sem regras.
Para que se possa fazer as pazes com a comida é preciso não dar valor diferente aos alimentos. Assim, não é apropriado classificar os alimentos em “bons ou maus”, “mais ou menos saudável”, “que devem ser consumidos ou que não devem”.
Todos os alimentos precisam ter o mesmo peso na balança, para que tenhas a liberdade de escolher cada um no seu momento apropriado, conforme sua preferência e necessidade.
Nada é proibido quando existe flexibilidade e equilíbrio na alimentação.
4. Desafiar o polícia alimentar
Algumas pessoas possuem um “polícia” dentro da cabeça: aquela “vozinha”, que avalia se as “regras” determinadas pela mentalidade de dieta estão ou não sendo cumpridas. Por exemplo, a voz diz que não pode comer doces, pois são muito calóricos. Neste caso, quando a pessoa come o doce, ela se sente culpada por ter infringido as “regras”.
Além desse “polícia interno”, existe também o “polícia externo”, que são os amigos, familiares e alguns profissionais da saúde que atuam como juízes para garantir o cumprimento das “regras alimentares”. Quando alguém diz, por exemplo: “Vais comer esse bolo? Pensei que estavas a tentar emagrecer”. Esse tipo de comentário não ajuda e ainda é prejudicial!
Esse princípio da alimentação intuitiva diz que os “polícias alimentares”, tanto o interno como o externo, precisam de ser desafiados.
Para começar, é preciso identificar as diferentes vozes que atrapalham o processo de comer normalmente e em paz. Existe a voz do “informante nutricional”, aquele que calcula mentalmente as calorias, gramas de gorduras, carboidratos, etc. Tem também a voz do “revoltado”, aquele que manda comer em excesso e sabota a dieta.
Depois de identificá-las é preciso transformá-las em suas aliadas. A voz do informante nutricional pode ser utilizada para ajudar a fazer escolhas alimentares saudáveis. A voz do revoltado pode servir para transformar os excessos alimentares numa alimentação equilibrada.

5. Sentir a saciedade
É necessário aprender a escutar os sinais internos do corpo que indicam que a fome já foi atendida e entender o que é estar confortavelmente saciado. Só é possível perceber esses sinais quando se come de maneira incondicional e quando a fome é honrada (evita-se comer de forma exagerada ou insuficiente).
Muitas pessoas têm dificuldade em perceber a saciedade e não sabem quando parar de comer. Só param quando já estão cheias.
Por isso, é importante comer com atenção, sem distrações, fazer pausas e fazer autoquestionamentos durante as refeições sobre quão saciado estás. É preciso prestar atenção na sensação do estômago vazio até a sensação de estômago levemente cheio.
Isso fica mais fácil quando se pratica os outros princípios, pois terás sempre  em mente que poderás comer novamente quando estiveres com fome e algo que gostes. Afinal, porque é que uma pessoa faminta pararia de comer se pensa que nunca mais poderá comer daquela comida deliciosa?
Também deves saber que é permitido deixar comida no prato quando a comida não está prazerosa ou quando já estás saciado. Portanto é preciso saber parar de comer o pacote de bolacha, ou a pizza que está à tua frente. Mas para aprender a sentir a saciedade é preciso treino. Ninguém aprende de um dia para o outro
.
6. Descobrir o fator satisfação
Neste princípio, dois fatos são levados em consideração:
1) existem alimentos que nos deixam satisfeitos por mais tempo, ou seja, demoramos mais a sentir fome e a pensar em comida;
2) a comida também nos traz satisfação, ou seja, é preciso aprender a comer com prazer, não apenas comer para suprir a fome e as necessidades nutricionais.
Descobrir e desfrutar da satisfação ao comer ajuda a não comer em excesso, a comer menos. Por isso é importante saber o que realmente se quer comer, saborear a comida prestando atenção nas sensações que ela desperta (sabor, textura, aroma, temperatura e aparência). Assim, ficará mais fácil perceber-se pleno, feliz ou cheio.
É claro que existem situações em que não é possível ter uma satisfação plena, como quando vamos a um lugar onde é servido algo que não nos agrada, mas comemos por falta de opção ou por respeito com quem preparou. Além disso, há a situação em que temos fome, mas o que temos disponível para comer não nos desperta vontade. Apesar dessas ocasiões, no dia a dia é fundamental que o fator satisfação seja incluído nas nossas refeições, por meio de escolhas alimentares que honre nossa fome e nos traga também saciedade.

7. Lidar com as emoções sem usar comida

Existe uma relação complexa entre comida, emoções e comportamento. As nossas emoções influenciam a forma como comemos. É normal comermos de forma diferente quando estamos felizes ou muito tristes. Algumas pessoas comem menos e outras comem de maneira exagerada, nesses momentos. O problema é quando há um desequilíbrio e, ao não saber lidar com as emoções, a comida é usada para “tapar buracos” emocionais.
Isso é chamado de fome emocional. Ela ocorre nestas situações, quando não se tem fome fisiológica, e se come alimentos para reduzir emoções como medo e ansiedade. Quando isso ocorre as pessoas ficam propensas a exagerarem porque não há fome ou apetite de verdade.
É necessário aprender uma maneira de se confortar, se distrair e resolver as emoções sem usar a comida. É preciso parar e dar atenção aos seus sentimentos, se questionar sobre o que realmente é preciso para aliviar o que está se sentindo no momento. Pode ser que um abraço, carinho, companhia ou afeto já sejam suficientes. Portanto, se perceber que estás a usar a comida apenas para distração ou conforto, procura outra forma de te satisfazeres. Alguns exemplos: tomar um banho, ouvir música, fazer aula de ioga, meditar, comprar flores, ligar para alguém, ir ao cinema, etc.

8. Respeitar o teu corpo
Respeitar o corpo é algo que começa com a aceitação genética, ou seja, abandonar a ideia de que o corpo é algo moldável. Cada um tem sua forma e características próprias.
Que tal apreciar e evidenciar as partes do corpo que gostas, em vez das que não gostas? Cada um tem um tipo corporal que precisa ser aceite, buscando sempre um peso equilibrado. Quando se é muito crítico com relação a forma e tamanho do corpo, é muito difícil rejeitar a mentalidade de dieta também.
É preciso exercitar o respeito ao corpo:
1.       É preciso cuidar do corpo, independente do peso;
2.       Não te compares aos outros;
3.       Sê a tua própria referência de corpo;
4.       Não coloques metas de mudança de peso e do corpo para te preparares para um grande evento;
5.       Não te peses constantemente;
6.       Não faças comentários depreciativos sobre o teu corpo, e sim comentários agradáveis.
Ter uma imagem corporal positiva aumenta a satisfação com a própria aparência, gera menos stress sobre a imagem, melhora a autoestima, otimismo e ajuda a lidar com a vida com maior aceitação.

9. Exercitar-se sentindo a diferença
No comer intuitivo o objetivo de exercitar-se é promover o bem-estar e saúde, e não a queima de calorias.
Ao exercitares-te deves sentir a forma como o teu corpo se movimenta e as sensações geradas pelo exercício. Se te focares no quão cheio de energia e feliz te sentes após o exercício, fazer exercícios será algo mais prazeroso e motivador.
Não é saudável usar o exercício com uma punição ou obrigação ou como compensação por ter comido demais, por exemplo.
Pensar no exercício apenas como forma de emagrecer acaba dificultando sua realização. Porém, quando a motivação passa a ser as sensações de bem-estar geradas, o exercício se torna recompensador e agradável.
Fazer atividade física sempre deve ser uma prioridade, mas é importante escolher atividades de que gostes.

10. Honrar a saúde – nutrição gentil
Lembra-te: não precisas de uma dieta perfeita para ser saudável! Ninguém desenvolve uma deficiência nutricional ou ganha peso por ter comido um determinado alimento ou refeição. O importante é termos um padrão alimentar saudável, ou seja, comer alimentos in natura na maior parte do dia, evitando alimentos ultra processados.
A nutrição e os seus conceitos não são deixados de lado na alimentação intuitiva. No entanto, as escolhas são feitas considerando a saúde, paladar, bem-estar, o emocional e social das pessoas.
A comida tem um importante papel na nossa vida e quando ela gera preocupação e stress, isso pode interferir na nossa saúde. A obsessão por alimentos “saudáveis” pode gerar desequilíbrios nos sistemas do corpo, como o imunológico e cardiovascular.
Portanto, é preciso ser flexível, pois é possível honrar o prazer dos sabores dos diferentes alimentos e a saúde ao mesmo tempo.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Ora bem...


É mais ou menos isso... o foco e a força de vontade vão e vêm... tem dias...

Nos 3 dias em que estivemos em Espanha, não houve nenhum em que o meu telemóvel marcasse menos de 15.000 passos por dia.

Na primeira noite, o meu joelho esquerdo tinha uma moinha tão chata que pensei mesmo que me ia ressentir nos dias seguintes. Mas foi só ele a dizer Ei, lembras-te porque é que devias fazer caminhadas regulares? Estou todo enferrujado!!

Tenho mesmo de voltar às caminhadas. Temos de voltar às caminhadas a três. Faz bem a todos!

Para já combinamos 3 vezes por semana à 3ª, à 6ª e outra ao fim de semana. Mas para isso o tempo tem de começar a colaborar. Admiro muito aquelas pessoas que vejo na berma da estrada com os fones faça chuva ou faça sol, mas confesso que isso não é para mim.

É que, caramba, eu gosto mesmo de caminhar sozinha só com a minha música; gosto igualmente de caminhar a três na conversa. O que me custa mesmo é dar aquele primeiro passo, aquela decisão crucial entre esparramar-me no sofá embrulhada em mantas fofinhas com os pés da filhota encaixados debaixo das minhas pernas ou calçar as sapatilhas e vestir o casaco para uma caminhada.

É esse momento que tem de ser trabalhado...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Mas quem diria...


Não gosto de bolo rei nem nunca gostei de uvas passas, nem no Natal, passagem de ano, nada!

Mas, desde que passei a comprar mistura de frutos secos e a comer um punhadinho ao lanche de vez em quando, dou por mim a escolher as passas e a come-las com gosto e até a aprovar os poucos quadradinhos de frutos cristalizados que vêm lá no meio...

E os quadradinhos de côco?! Senhores, que maravilha, ainda bem que não há dáquilo à venda em separado, senão era bem capaz de me perder...

É o que dá cortar nos doces... não escapa nada...

Compro avulso na área self-service do Jumbo que assim até dá para escolher uns quadradinhos a mais de côco :)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Ando na linha sim, mas...

... não pensem que ando aí a folhas de alface e atum em água, não senhora! Na minha RA, até o chocolate tem lugar; só que em vez de meia tablete é um quadrado depois do almoço e depois do jantar.

Este do Minipreço é só a melhor descoberta de sempre. Como é negro e pouco doce, satisfaz-me o desejo de chocolate sem despertar em demasia o bichinho do açúcar.

Adoro chocolate com amêndoas e avelãs, mas sendo normalmente muito doce, não consigo ficar-me pela unidose 😀. Houvesse chocolate preto com avelãs e era ver-me aí aos pulinhos...

sexta-feira, 10 de março de 2017

Combater a auto-sabotagem



Há uns meses atrás, fartinha de já estar na cama e ouvir a célebre frase "Mããe... tenho sede..." comprei um copo destes para a princesa ter na mesinha de cabeceira.

Ora, esta canequinha é para lá de prática! É de vidro, não ganha cheiros, pode ser lavada na máquina sem ficar com sabor de detergente, tem tampa pelo que até pelo sofá anda, enfim, tantas vantagens que lá em casa a Bia tem uma, eu tenho outra e andamos sempre com elas atrás.

Com esta minha resolução de beber 2 litros de água por dia (não tenho cumprido, mas já recomecei hoje mesmo), o que eu tenho notado é que durante o dia, arraaaasto a garrafa de água que tenho na secretária enquanto que à noite bebo a água pela minha canequinha num ápice.

Vai daí, comprei também uma para a secretária. Ela leva cerca de 400ml e custou-me € 1,00 no Jumbo. Também tem em lojas chinesas, mas um pedaço mais caras.

Sim, eu sei que é psicológico, mas a verdade é que pela palhinha bebo uma caneca de água quase de um trago.

O que interessa é que para já está a resultar e o meu objetivo está a ser cumprido. Até quando não sei, mas o que sei é que o meu sub-consciente é perito em arranjar subterfúgios para me auto-sabotar, mas o meu consciente é inteligente o suficiente para continuar a arranjar escapatórias para lhe dar a volta.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Foi hoje...


Não foi no domingo, nem foi ontem... mesmo depois daquela self-talk inspiradora (not)... foi hoje!

Meia hora de caminhada só eu e a minha música! Eu já sabia que adorava a sensação final... apressar o passo quando a If you don't know aparece no shuffle... abrandar quando é a vez da History... ficar com a lágrima pronta a saltar sempre que ouço os primeiros acordes da Little Things...

Trinta minutos só meus! Sim, adoro!!

domingo, 6 de novembro de 2016

Dois meses depois...


... de começar com as novas rotinas, a tabelinha continua a ser uma bela ajuda porque me dá uma visão alargada dos objetivos.

A água - tem sido um descalabro. Uma coisa tão simples de fazer, que depende unicamente de mim, racionalmente não sei porque me continuo a sabotar desta maneira. Sei que é um hábito fácil de seguir, sei que me faz bem, mas mesmo assim, é daquelas coisas que costumo procrastinar até à hora de deitar e aí deito a toalha ao chão "desisto por hoje"... quase todos os dias. Esta é a tarefa a que me quero dedicar a 100% este mês.

A alimentação clean - até tenho conseguido seguir bem esta rotina. Claro que clean é um conceito muito próprio de cada um. No meu caso não é totalmente guilt-free, porque já aqui o disse que me permito alguns desvarios próprios de uma reeducação alimentar para a vida toda. O que tenho reparado ultimamente é que os fins de semana têm saído um bocado a mais da linha. O plano é não tornar o fim de semana inteiro num grande pecado, mas escolher só um dos dias. Segunda-feira vai passar a ser o dia da desintoxicação, com uma alimentação especialmente regrada.

Hidratar o corpo de manhã e limpar o rosto à noite - tem sido praticamente sem falhas. São as regras que mais se interiorizaram e agora até me parece estranho quando não as cumpro. É exatamente este o objetivo para todas as outras.

O exercício - ............ é simplesmente não existente... Porquê? Porque não me apetece! Inércia is a bitch!! Sei que é crucial para o meu bem estar. Sei que apesar de me custar a começar depois a sensação é maravilhosa. Sei que tenho o telemóvel repleto de música para me ajudar a distrair. Sei que posso começar por qualquer lado, fazer qualquer coisa, seja caminhadas, elítica, dançar à maluca, qualquer coisinha que aumente o meu ritmo cardíaco. Sei que não preciso de começar logo a dedicar 1 hora por dia a qualquer uma destas coisas, sei que posso começar por 10 minutinhos de qualquer coisa. Sei tudo isto, no entanto continuo a sabotar-me... Damn you Inércia!!!

Dez minutos por dia! Esta semana, todos os dias! É só isso que vou exigir de mim. É pouco, quase nada, mas tenho mesmo de começar por algum lado. E esta semana vai ser por aqui. Cada 30 minutos tem direito a um check na tabela. Se é aqui que tenho de melhorar, então é aqui que vou melhorar.

sábado, 15 de outubro de 2016

Das pequenas vitórias


Esta primeira quinzena de outubro foi um pouco atípica.

Passei uma semana inteirinha sem apetite e extremamente mal disposta. As minhas refeições consistiam em chá e torradas, canja e pouco mais. Até a água me caía mal! Mal comecei a tomar um medicamento para equilibrar a vesícula e o fígado, senti-me logo melhor.

Resultado: perdi 2Kg à força! E, felizmente, quando recomecei a comer normalmente, não os recuperei.

Por acaso, andava a notar há algum tempo que custava imenso ao meu corpo responder à "dieta" e nestes últimos dias (depois da limpeza), notei uma grande melhoria. É como se o meu corpo estivesse intoxicado e esta limpeza tivesse servido para o purificar e dar um empurrãozinho ao metabolismo. Tipo um upgrade ao software, como diz a filhota :-D

Apesar das tarefas diárias estarem a ser prejudicadas, neste momento estou mais confiante, menos inchada, sinto-me mais leve, tanto no corpo como na alma. E isso faz-me apreciar as pequenas vitórias da vida.

domingo, 2 de outubro de 2016

Das novas rotinas


Pois é, um mês passou a voar! Ao entrar em outubro, é hora de olhar para a tabelinha das novas rotinas a que me propus na rentrée:

- A minha alimentação está definitivamente mais clean. Sim, há dias de desvarios completos (como ontem), mas nada que me deite tão abaixo que me custe a voltar a erguer. Se ontem me permiti porcarias, hoje já recomecei no registo mais saudável. É assim que tem de ser a vida!

- A água é daquelas coisas que está literalmente ali todo o santo dia na secretária ao meu lado, mas que eu pura e simplesmente ignoro! Há dias em que faço um esforço enorme depois de chegar a casa para atingir os 2 litros (auto-sabotagem no horário laboral, portanto!)

- A pele tem sido a grande beneficiada nestas rotinas. Corre tudo sobre rodas na grande maioria dos dias.

- Tinha decidido neste primeiro mês não me martirizar com o facto do exercício ser uma das coisas que está mais em baixo na minha to-do list. Sei que me faz bem ao corpo, sei que me faz bem à mente, portanto é este o ponto a melhorar no mês de outubro... Espero! Prometo!

- O peso... Ora, os fim de semana foram caóticos com as festas e os restos, portanto isto foi um autêntico iô-iô! No fim, o resultado foi positivo, mas por pouco. Espero que ao introduzir algum exercício, isto abane um bocadinho.

No final de contas, o balanço foi positivo. Consegui olhar mais para mim, concentrar-me mais em mim, ouvir mais o meu corpo e gostar de o cuidar.

É definitivamente para continuar neste caminho... eu chego lá novamente, demore o tempo que demorar! Palavra de Sweet!!!!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Meio mês depois...




Quinze dias depois do recomeço destas novas rotinas, este é o aspeto da tabelinha que está colada no frigorífico.

- As rotinas com o cuidado do corpo estão implantadas, corpo e rosto hidratados e limpos sempre.

- A água e a alimentação tiveram uma grande melhoria, estou no bom caminho, considerando que o mês de setembro é recheado de festas (nem um único fim de semana livre este mês!)

- O exercício: confesso que os quadradinhos estão quase todos em branco, mas propositadamente. Quis experimentar ver como o meu corpo reagia só com a alteração na alimentação. Sim, será para introduzir algum exercício, mas mais para a frente, nem me vou preocupar com isso este mês.

- Danos colaterais: o peso obviamente baixou, nem outra coisa seria de esperar. Não foi muito, mas o suficiente para me manter motivada. Decidi pesar-me só no dia 1 e no dia 15 e isso também me faz andar mais descontraída.

De consciência tranquila, isso sim, é importante!

sábado, 3 de setembro de 2016

Eu não sou gaja de baixar os braços...

Pessoa: Essa tatuagem da borboleta que tens no pé direito tem algum significado?

Eu: Mas é claro que sim, eu era incapaz de fazer uma tatuagem sem um significado eterno. Esta significa o compromisso que eu fiz comigo própria de mudar o meu estilo de vida para uma vida mais saudável...

E tenho de a honrar!

Posso cair 10 vezes, mas tenho de me levantar 11.

Diz-se por aí que são necessários 21 dias para criarmos um hábito. Eu nos primeiros 2 ou 3 dias sou um espetáculo, uma gaja exemplar, mas depois é o descalabro, sinto-me fisicamente a auto-sabotar-me, o meu diabinho é forte e persistente e gosta de levar a melhor.

Por isso, depois de mais de mil e um estratagemas que já passaram por aqui, este mês vou tentar um novo.

Fiz a tabela abaixo e colei-a no frigorífico. É minha intenção preencher a maioria dos quadradinhos com check. Porque há alturas em que simplesmente me esqueço da minha suposta nova rotina...



Ainda ontem à noite por exemplo já estava na cama e na minha mente era este o diálogo "bolas, esqueci-me de limpar a pele... ó, deixa lá, é só hoje... vê lá se logo no segundo dia já te estás a baldar... tá bem, já vou..."

Portanto, até pode não dar em nada, posso daqui a uma semana nem me lembrar de vir aqui atualizar isto, mas ninguém diz que eu não tento inovar! Quem sabe se não é este o caminho certo, desta vez?

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dia 1 de setembro


Dia oficial de recomeço!!

Qualquer dia é bom para recomeçar, mas setembro tem um gostinho especial para mim, sempre teve.

Marca sempre o fim das férias, o regresso às rotinas, à estação do ano que eu mais gosto, ao tempo mais ameno e a azáfama do início do novo ano escolar, com novos desafios. 

É o simbolismo da folha em branco onde podes escrever absolutamente tudo o que te apetecer.

Normalmente é nesta altura que o meu corpo me pede misericórdia, pede encarecidamente para eu retomar os hábitos mais saudáveis esquecidos em férias. 

É também nesta altura que a minha mente está mais descansada e ainda em estado zen e faz-me acreditar que tudo é possível e que eu consigo ser suficientemente disciplinada para viver uma vida mais saudável e de acordo com os meus ideais.

É também altura de voltar a este cantinho que tem estado um pouco ao abandono e tem servido para debitar lamentos e auto-comiseração.

É pelo menos essa a minha intenção :-)