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terça-feira, 4 de setembro de 2018

No Expresso (é tão importante falar sobre isto!...)

Não é um incentivo à obesidade, é um elogio à dignidade

Tess Holliday tem 33 anos e, sim, é obesa. Mas mais do que isso é uma pessoa, e estrela das redes sociais graças à sua mensagem de diversidade. Este mês faz capa da Cosmopolitan UK e basta ver a discussão em torno disto para perceber que capas assim fazem falta. Porquê? Porque ao contrário do que muitos apregoam, esta escolha não é um incentivo à obesidade. É, sim, um elogio à dignidade, ao respeito e ao direito de se existir e de se ser livre, independentemente do corpo que se tem.
É interessante percebermos como uma capa com uma mulher com estas dimensões corporais tem o condão de espoletar um chorrilho de comentários de suposta preocupação quanto à saúde e à normalização da imagem das pessoas obesas. Como se estas pessoas tivessem de ser escondidas numa cave para o bem da saúde pública, em jeito de travão da possível influência nefasta que podem ter nos nossos adolescentes. Pergunto-me sinceramente quantas destas pessoas terão parado para se preocupar ao longo das últimas décadas com as milhares de capas que foram feitas numa apologia grave à normalização da beleza e da estética do corpo. Corpos invariavelmente estereotipados e reproduzidos em imagens transformadas em Photoshop, e depois amplamente distribuídas. Sem qualquer preocupação social, por mais que tenham tido – e ainda tenham - o condão de provocar verdadeiras frustrações e inseguranças em massa a miúdas e mulheres mundo fora que desejam ter aqueles corpos irreais. Não será isto também um verdadeiro perigo, embora socialmente aceite?
 
 
Se nos queremos preocupar com a saúde e bem-estar das pessoas obesas, talvez fosse mais produtivo começarmos por ouvi-las e vê-las enquanto pessoas no seu todo, por exemplo. Por lhes dar espaços para existirem na sua individualidade, sem serem insultadas, gozadas ou alvo de críticas e opinião alheias que não pediram a ninguém. Poderia também ser mais importante falarmos sobre o enorme isolamento que muitas destas pessoas sofrem graças ao preconceito social. Ou à quantidade de depressões severas que sofrem à conta desta repressão constante, mesmo junto de alguma classe médica. Não é certamente a excluir ou a repudiar que se está a ajudar na abertura de um diálogo construtivo sobre isto, diria eu.
 
Contudo, esta capa de revista feminina também não é sobre saúde, é sobre beleza. Mas parece-me que quando há gordos ou obesos à mistura nestas temáticas da estética, as pessoas tendem a misturar as coisas e a ficarem indignadas. O mesmo com outras condições físicas que fogem à tal norma da beleza, como as malformações ou amputações, as cicatrizes, o envelhecimento, os pelos, etc. Simplesmente porque o preconceito estético nem lhes permite imaginar que aquela mulher só está na capa daquela revista porque é considerada bonita. Sim, uma obesa considerada bonita e inspiradora enquanto destaque editorial.

“Os gordos são desmazelados e preguiçosos”, e outros preconceitos

Esta capa com a Tess Holliday revelou-se um belo exercício de reflexão não só quanto à força dos preconceitos estéticos, mas também quanto ao tabu e desinformação que existe em torno da obesidade. A construção social feita sobre esta condição médica, e as suas causas, remete-nos para a ideia do descontrolo.
 
Continuamos a achar que as pessoas que sofrem de obesidade não têm uma doença. E vaticinamos que têm, sim, uma simples atitude desmazelada perante a vida. Que são preguiçosas, gulosas, que não querem saber dos seus corpos e que têm simples comportamentos compulsivos em relação à comida. Mas por mais que estas ideias pré-concebidas tenham muito de falaciosas (leiam um bocadinho sobre obesidade em publicações científicas para perceberem melhor), tudo isto entra na esfera do socialmente reprovável, principalmente porque é uma condição de saúde externamente visível. Se é possível manter longe de olhares alheios os danos físicos provocados por outros problemas, neste caso não é. E a partir do momento em que isto é visível, quem olha sente-se muitas vezes no direito de julgar, invariavelmente num tom presunçoso, a roçar o paternalista. Os comentários a esta capa da Cosmopolitan são um belíssimo exemplo disso.
 
Sim, o excesso de peso – que não é a mesma coisa - está associado a maus hábitos de vida, como o sedentarismo e uma dieta desequilibrada, e é meio caminho andado para a obesidade. E sim, a obesidade acarreta uma série de perigos para a saúde a médio e longo prazo. A questão é que nada nesta capa ou artigo diz que é bom para a saúde ser-se obeso. Nem em momento algum incentiva quem lê a engordar como se isso fosse uma meta positiva. Por outro lado, tanto a escolha editorial (por mais que seja estratégica em termos de marketing, mas isso é outro tema) como as declarações de Tess Holliday incentivam a que todas as pessoas se sintam no direito de aceitar os seus corpos, de sair à rua sem vergonha social, de se sentirem livres para se expressarem nas várias dimensões das suas vidas e serem vistas também fora das quatro paredes das suas casas.
 
Simbolicamente, esta capa deixa claro que não é apenas a aparência do nosso corpo que nos define enquanto pessoas, nem que nos condiciona nas nossas escolhas enquanto cidadãos que têm como pilares base da vida em sociedade o direito à dignidade, ao respeito e à liberdade. Mas o que muita gente parece não perceber quando debita sentenças e bitaites sobre a aparência dos demais sem que a sua opinião tenha sido pedida, é que está a pisar as fronteiras da individualidade daquela pessoa, privando-a precisamente destes direitos básicos.


 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

É tão isto


Fui ver no sábado com a minha filha e adorei!! É mesmo verdade que a atitude é tudo!

A parte em que a Renée olha para as fotos que ela acha que são um antes e depois bem visível fisicamente, mas que na realidade a única coisa em que diferem é o nível de autoconfiança dela, deixou-me com um grandessíssimo nó na garganta.

No final perguntei à Bia o que tinha achado do filme e ela só disse: É muito tu! E é que é mesmo... a luta interior para me conseguir ver da maneira que ela e o pai me veem é imensa.

Já aqui disse que estou num caminho um pouco diferente, um caminho de self-love e body-positivity. Está a ser a minha realidade de momento, mas é uma coisa que, pelo menos para já, não me apetece muito estar a desenvolver por aqui.

Vou continuar por aqui, provavelmente menos... sempre que me apetecer, para falar sobre tudo e sobre nada.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Olha, olha!!


Olha o que eu achei na AleHop!!

A grande há-de ser o próximo bulett journal. A pequena ainda não sei bem, mas não podia deixar de trazer, claro está

domingo, 12 de março de 2017

Da inspiração


O Biggest Loser é sem dúvida um dos programas que mais me inspira.

Nem é propriamente pela quantidade absurda de peso que os concorrentes perdem semanalmente porque aquele tipo de treino é absolutamente incompatível com a vida real.

É pelas histórias de cada um. É pelas vergonhas de cada um. É pelas cicatrizes na alma de cada um. É pela motivação de cada um. É pelas semelhanças que encontro com alguns. Não de corpo, não de peso, mas de sentimentos.

Descobri que está a dar na Sic Mulher o Biggest Loser Austrália edição pais e filhos e é tão bom como o americano. Adoro!

Tem um filho de 27 anos que pesa mais de 250Kg e para quem nem sequer a banda gástrica é opção, segundo ele, a sua única opção é a morte. Ele está a concorrer com a mãe que está ali só para o ajudar a não morrer. Tocou-me sinceramente.

Depois há uma mãe e filha em que a mãe se martiriza por não conseguir dar bons exemplos à filha. Tocou-me, apesar de não me identificar pessoalmente.

Depois de tudo o que passei, posso ter retrocedido um bocado nos últimos tempos, sei que sim, mas nunca a minha filha pode dizer "A minha mãe baixou os braços"... Isso não! Quero que ela se orgulhe de mim. Quero que se orgulhe do facto de eu não ficar quieta se não estiver satisfeita comigo própria.

Na semana passada disse-lhe que íamos passar a ter mais cuidado com a alimentação, comer mais sopinhas e fazer mais caminhadas porque eu queria perder peso e não estava a conseguir sozinha.

A resposta dela: Mas para que é que queres perder peso? Tu não precisas!
Eu: Porque não me estou a sentir bem comigo, estou a sentir-me pesada e já me senti melhor. (E sim, sei bem que preciso)
Ela: Está bem, fazemos juntas.
Vamos fazê-lo a três, isso sim, faz bem a todos.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Combater a auto-sabotagem



Há uns meses atrás, fartinha de já estar na cama e ouvir a célebre frase "Mããe... tenho sede..." comprei um copo destes para a princesa ter na mesinha de cabeceira.

Ora, esta canequinha é para lá de prática! É de vidro, não ganha cheiros, pode ser lavada na máquina sem ficar com sabor de detergente, tem tampa pelo que até pelo sofá anda, enfim, tantas vantagens que lá em casa a Bia tem uma, eu tenho outra e andamos sempre com elas atrás.

Com esta minha resolução de beber 2 litros de água por dia (não tenho cumprido, mas já recomecei hoje mesmo), o que eu tenho notado é que durante o dia, arraaaasto a garrafa de água que tenho na secretária enquanto que à noite bebo a água pela minha canequinha num ápice.

Vai daí, comprei também uma para a secretária. Ela leva cerca de 400ml e custou-me € 1,00 no Jumbo. Também tem em lojas chinesas, mas um pedaço mais caras.

Sim, eu sei que é psicológico, mas a verdade é que pela palhinha bebo uma caneca de água quase de um trago.

O que interessa é que para já está a resultar e o meu objetivo está a ser cumprido. Até quando não sei, mas o que sei é que o meu sub-consciente é perito em arranjar subterfúgios para me auto-sabotar, mas o meu consciente é inteligente o suficiente para continuar a arranjar escapatórias para lhe dar a volta.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Da hidratação do corpo


Já aqui disse que de há uns meses a esta parte não há um dia em que não use creme após o banho. Apesar de muitas vezes cedermos à preguiça, é realmente uma questão de hábito e mesmo quando não me apetece mesmo nadinha, eu não prescindo deste ritual.

Neste momento estes são os cremes que tenho usado:

- Leite reparador Garnier Tesouros de Mel: foi mesmo uma agradável surpresa e é o meu preferido de momento! Já há algum tempo que usava só cremes da Body Shop e do Boticário que são excelentes e elevou o meu nível de exigência. Como é um leite, é fácil de espalhar, tem um cheirinho maravilhoso e deixa a pele super sedosa. Mesmo ao final do dia sinto a pele macia como se tivesse acabado de o aplicar. Por cerca de € 6,00 é excelente!

- Spray Vasenol Cocoa: é exclusivamente para aqueles (poucos) dias em que não me apetece nadinha por o creme. Em 30 segundos o corpo fica minimamente hidratado e o cheirinho também é bom. Uso mesmo só nestas situações porque para ser aplicado em condições gasta-se muito rapidamente e o valor ronda os mesmos € 6,00.

- Manteiga corporal The Body Shop Spiced Apple: O cheiro a maçã e canela é muito bom, mas nesta altura do ano o creme fica muito sólido e é difícil de espalhar. Gosto da sensação que fica na pele, mas espero que com o tempo quente ele fique um pouco mais fluído. Comprei-o cerca de € 13,00 na loja outlet.

- Creme acetinado Boticário Lilly: este foi um presente de aniversário e posso dizer que acetinado é mesmo o nome mais acertado para ele. A textura é de longe a melhor de todas, tão rica que se pusesse o creme dia sim dia não a pele nem notava a falta de creme no dia seguinte, mas sem ser gordurosa, mesmo bom. O cheiro é muito intenso e não é propriamente o que escolheria para mim, mas como foi um presente, já não pude trocar. Para aqueles dias em que quero uma hidratação mais profunda. É o mais caro de todos, por cerca de € 18,00 (ainda bem que foi presente, porque eu não gastava tanto dinheiro num creme de corpo).

Estes são os que tenho de momento depois de ter acabado um dos meus preferidos:


Estas loções cremosas do Boticário são o máximo e mal acabe um dos cremes acima vou voltar a comprar esta de Lichia que é o meu preferido. Fica por cerca de €13,00 e tem o cheirinho frutado que eu tanto gosto.

Para quem há meio ano atrás se baldava completamente a estas cenas de cremes e afins, estou até muito disciplinada. É que não passo sem eles agora!

domingo, 9 de outubro de 2016

Sweet DIY

Como o meu quarto vai ficar de cara lavada, há acessórios que deixam de se enquadrar na decoração.

É o caso dos candeeiros. Comprei-os há 17 anos, inicialmente eram todos castanhos com a bola da base azul. Passaram a rosa para condizer com o papel de parede e iriam ficar desenquadrados novamente com o papel que escolhi agora.

O antes e o depois numa só foto
Continuo a gostar do estilo deles e agora ainda mais. Foi só necessário imaginação, rolos de corda e paciência.


Tone-down é o mote da minha casa agora, falta só o meu quarto para ficar tudo perfeito. Amanhã vai levar a tinta e o novo papel de parede. Estou mortinha por ver o resultado!

sexta-feira, 6 de maio de 2016

On repeat...


I might never be your knight in shining armor
I might never be the one you take home to mother
And I might never be the one who brings you flowers
But I can be the one, be the one tonight

When I first saw you
From across the room
I could tell that you were curious (Oh, yeah)
Girl, I hope you're sure
What you're looking for
'Cause I'm not good at making promises

But if you like causing trouble up in hotel rooms
And if you like having secret little rendezvous
If you like to do the things
You know that we shouldn't do
Baby, I'm perfect
Baby, I'm perfect for you
And if you like midnight driving with the windows down
And if you like going places
We can't even pronounce
If you like to do whatever you've been dreaming about
Baby, you're perfect
Baby, you're perfect
So let's start right now

I might never be the hand you put your heart in
Or the arms that hold you any time you want them
But that don't mean that we can't live here in the moment
'Cause I can be the one
You love from time to time

When I first saw you
From across the room
I could tell that you were curious (Oh, yeah)
Girl, I hope you're sure
What you're looking for
Cause I'm not good at making promises

But if you like causing trouble up in hotel rooms
And if you like having secret little rendezvous
If you like to do the things
You know that we shouldn't do
Baby, I'm perfect
Baby, I'm perfect for you
And if you like midnight driving with the windows down
And if you like going places
We can't even pronounce
If you like to do whatever you've been dreaming about
Baby, you're perfect
Baby, you're perfect
So let's start right now

And if you like cameras flashing every time we go out
(Oh, yeah)
And if you're looking for someone
To write your breakup songs about
Baby, I'm perfect
Baby, we're perfect

But if you like causing trouble up in hotel rooms
And if you like having secret little rendezvous
If you like to do the things
You know that we shouldn't do
Baby, I'm perfect
Baby, I'm perfect for you
And if you like midnight driving with the windows down
And if you like going places
We can't even pronounce
If you like to do whatever you've been dreaming about
Baby, you're perfect
Baby, you're perfect
So let's start right now

terça-feira, 3 de maio de 2016

Simplesmente genial este texto de Paulo Coelho!

Vem lembrar às mulheres que vivem obcecadas com a balança de que para os  homens, o peso é irrelevante. A beleza é muito mais do que isso. Ora lê só…
"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheiinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passerelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréctica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheiinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em Setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto."

quarta-feira, 13 de abril de 2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Ainda sobre os panados


Em resposta à Gorduchita, passei os bifes de perú por ovo e pão ralado, coloquei num tabuleiro com papel vegetal, pulverizei com um esguicho de azeite em spray e levei ao forno durante 10 a 15 minutos até ficarem douradinhos.

Sobre o azeite em spray tenho só uma coisa a dizer: melhor-invenção-de-sempre!!

Tenho que admitir que não é barato (€2,50 a embalagem de 200ml), mas dura imenso tempo (a última embalagem durou-me mais de 6 meses) e é perfeito para untar a sertã para grelhar uns bifes ou estrelar uns ovos ou para pulverizar rissóis, bolinhos de bacalhau ou os panados para irem ao forno.

Já se sabe que podia usa azeite normal de garrafa, mas garantidamente que usava em maior quantidade, ou seja além de desperdiçar mais, ainda estava a usar mais gordura.

Só tenho encontrado nos hipermercados de maior dimensão (Continente ou Jumbo) e nem sempre há, mas não deixo o meu chegar ao fim :)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Coconut lovers ou a granola-dos-céus!!


Foi inspirada nesta menina que surgiu esta granola dos céus!!!

Sim, já tinha ouvido falar... sim, já tinha andado a ver as prontas no supermercado, mas aqueles preços, Jesus!... não,  nunca me tinha passado pela cabeça  fazer só com as coisas de que gosto...

Tinha aveia e mel em casa e na secção self-service do Jumbo (melhor área de sempre para experimentar coisinhas novas em pouca quantidade), veio o resto.

A minha granola-dos-céus levou:

- Aveia (que foi ao forno uns 5 minutinhos com o mel para tostar ligeiramente)
- 1 colher de chá de mel
- sementes de girassol
- amêndoa palitada
- amendoins com mel (restos do Natal, mas dão um toque salgado especialíssimo)
- lascas de coco (essencial)

E comer isto com um iogurte de coco?!... Bem, sem palavras... é de-li-ci-o-so!!!

Fiquei fã! Além de ser um lanche divinal, parece que estamos a comer uma sobremesa pecaminosa!

domingo, 13 de dezembro de 2015

Descoberta da semana #2

Este utensílio que permite fazer esparguete de vegetais e o máximo. 

Já experimentei em cenoura para fazer os fios maiores e misturar na couve salteada...


E também experimentei em courgete em substituição de esparguete mesmo. Ficou muito boa!


Esparguete de courgete (crua) com peru e cogumelos estufados.


Raspei a courgete no sentido do comprimento e temperei com vinagrete de mel e mostarda. Depois pus a carne por cima, tudo misturadinho ficou mesmo uma delícia!

Comprei na Deborla, dizem que também há nas lojas chinesas, mas não consegui encontrar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Descoberta da semana #1

Esta manteiga corporal de ameixa da Body Shop é capaz de ser um dos melhores cremes que já tocaram a minha pele.

O cheirinho é delicioso...
A pele fica macia, macia, macia...
E fica hidratada por tempos infinitos...
Só não adoro a textura espessa, custa um bocadinho a espalhar, mas nem por isso fica a pele gordurosa, fica somente macia e cheirosa!

Muito bom!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Gosto disto!


- Porque é que me baldo na hidratação do corpo depois do banho?
     Porque o creme é espesso e demoro muito a pô-lo e dá-me a preguiça. Porque depois o corpo fica
     peganhento. Porque parece que tenho de o deixar secar para vestir a roupa...

Agora não tenho de usar essas desculpas. Experimentei este spray hidratante e estou a adorar! Não é gorduroso e põe-se em três tempos, a sério, não demoro mais do que 2 minutos e posso vestir-me de imediato.

Adoro!!

sábado, 13 de junho de 2015

Não consigo estar quieta...

... e o trabalho sobra para o hubby, pois claro!! O meu trabalho é meramente criativo... isso também dá canseira!

Depois de suavizar a decoração da sala (aqui), aos poucos e poucos o hall-corredor começou a irritar-me profundamente.

Eu sei que a decoração do hall era arrojada, mas convivi muito bem com este papel psicadélico durante 7 anos. Mas agora com a sala mais suave, o hall deixou de fazer sentido.

- Antes -
Não parece, mas a parede era verde-alface claro
- Depois -
ADORO a cor (aqua) que não consigo nem por nada captar na foto
O papel é lindo! Faz-me lembrar uma casa de praia!
E o aqua é precisamente a cor de uma das listas - ADORO!!
Ontem encontramos este tesourinho junto ao contentor do lixo...
Depois de lixado, pintamos com a cor da parede e ficou delicioso!
Adoro cada vez mais a minha casa!

Próxima renovação: Quarto da pré-adolescente :))

sexta-feira, 13 de março de 2015

Perspicácia feminina

Mãe em casa a mimar-se.

Pai e filha entram e dizem:

Pai: Huuuummmm... A mãe fez bolinho!!!

Filha: Não, está só a por creme no corpo!!


Este Poire Caramel da Yves Rocher é qualquer coisa de espetacular ☺☺

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Bom, bom, é...

... comprar um casaco de pele sintética na minha cor preferida - azul - como já queria há algum tempo...


... e o M servir-me na perfeição :-))


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Higiénica e prática?... ou nem por isso?

De início, utilizava na cozinha uma tábua de madeira. Mas não achava muito prática. Fazia-me confusão os sucos dos alimentos entranharem-se nela e não a podia lavar na máquina porque a madeira acaba por rachar... enfim, achava que estava sempre porca!


Passado pouco tempo mudei para uma tábua de polipropileno. Era resistente e podia ir à máquina centenas de vezes... mas com o tempo ficou manchada, amarelada, com marcas sei lá bem de quê... começou a meter-me um bocado de nojo...


Hoje vi esta tábua de vidro por apenas €3,50 na DeBorla e não pensei duas vezes. Por ser de vidro, penso que não vou ter problemas nem de manchas, nem de ranhuras onde podem ficar alojadas bactérias e nhanhas, além de ser uma belezinha. 


Até ver, o único contra é o barulho da faca contra o vidro, mas a limpeza é impecável. Acho que fiz uma boa escolha. E vocês, o que usam?