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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

De volta à vida real


Normalmente depois das férias fico uns dias zen, nada me chateia...

Este ano, o estado zen foi completamente abafado pela irritação e depressão pós-férias.

Aaaahhhhh só me apetecia dar meia volta e desaparecer do escritório.

Espero que o estado de espírito melhore, estou com um humor de cão!!!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Do sabor das pequenas amizades


Há dias em que o hubby não janta, há um restinho de qualquer coisa para a filhota e eu divirto-me a inventar só para mim sem grande medo do "e se ficar mal, e se não gostar?"

Ontem foi um desses dias. Sopa e fruta há sempre no frigorífico. Também havia wraps, meia dúzia de tomates cherry a pedirem urgentemente para ser comidos, um restinho de peru picado com cogumelos e uma mãozinha de queijo ralado.

Daqui saiu uma pizza maravilhosa que realmente satisfaz o desejo de fast food mas guilt-free...

Perfeita para um dia difícil de TPM agravada pela prepotência de quem acha que o dinheiro pode tudo, quando no fim de contas não vale absolutamente nada. A única coisa boa destes episódios é receber o carinho dos outros, dos pequeninos, os que tomam as nossas dores e nos demonstram que podemos contar com eles sempre. Esses pequeninos que crescem mais no nosso coração enquanto os maiores, os prepotentes, esses definham cada vez mais aos nossos olhos mesmo sem perceberem...

É garantidamente para repetir!!

sábado, 9 de maio de 2015

!! Vitória !!


A minha relação com a comida sempre foi complicada.

Houve uma altura em que eu simplesmente não ligava nenhuma. Comia absolutamente tudo o que me apetecia, quando me apetecia sem me importar se me fazia mal. Um pacote de bolachas ou de batatas fritas era para comer até ao fim... eu não conhecia o conceito de comer só duas bolachas.

Ninguém me impedia e eu não me importava com o que os outros pensavam. Sabia que a imagem no espelho estava a crescer, mas eu não queria saber. Era feliz assim!

Depois a minha filha nasceu e eu sabia que aquele ser minúsculo dependente de mim iria olhar-me como o centro do seu mundo e eu queria dar-lhe um bom exemplo... eu queria vê-la crescer... queria que ela tivesse bons hábitos desde pequenina para que nunca sofresse com o estigma dos gordinhos.

E passei a ter consciência de mim, do meu corpo, do meu peso, da enormidade de asneiras que eu fazia a nível alimentar. Passei ser infeliz com a minha imagem.

E assim começou a minha reeducação alimentar há 12 anos atrás. Foi uma grande luta. É uma grande luta!!

Quando eu olho para as minhas fotos dessa altura fico triste porque não me reconheço. Nunca vi no espelho a pessoa que vejo agora nas fotos. Não me lembro dela. Não me quero lembrar dela.

Depois da fase do tudo, veio a fase do nada. Passei da compulsão à restrição e apesar disso me ajudar a controlar o peso e a recuperar alguma auto-estima, estava a fazer-me mal à cabeça, passei a estar obcecada pela alimentação saudável. E a obsessão, seja ela de que tipo for, nunca é uma coisa boa.

Consegui dar a volta a isto sempre apoiada pelo hubby e pela filhota. Hoje já consigo achar um meio termo, mas para isso sempre fiz questão de manter a minha alimentação num ambiente controlado e por isso raramente como fora de casa.

Se de início levava marmita para o trabalho por razões económicas, depois passou a ser por medo; tinha um medo terrível de não me conseguir controlar e voltar a entrar no ciclo da compulsão. Aliado ao facto de eu ser uma pessoa fechada e raramente deixar alguém entrar no meu mundo, durante muito tempo aproveitei a minha hora do almoço de forma solitária encarando-a como o meu tempo. Até que me enchi.

Nestas últimas semanas tenho vindo a reavivar uma amizade antiga que esteve adormecida durante alguns anos e isso fez-me bem. Resolvi dar mais um passo e decidi que estava na altura de tentar finalmente ser normal.

Nesta semana que passou deixei o meu medo de lado e passei a ir almoçar fora com os meus colegas de trabalho. Sempre evitei isso primeiro porque achei que não me ia sentir bem com eles (só homens) e depois porque sempre achei que não iria conseguir controlar o que me apetecia comer.

Estava completamente enganada! A companhia é ótima e afinal, num ambiente não controlado EU já me consigo controlar! E isso é uma sensação boa de vitória. A vitória da minha mente que já foi tão valentemente trabalhada para estar onde está hoje.

E por isso estou feliz! Se é uma coisa pequena, insignificante? É sim, mas o que significa para mim é imenso!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Badalhocas!!!


Oh pá... e quando vais à casa de banho do escritório e encontras a casa de banho das mulheres com a água da sanita amarela, a tampa pingada e sem vestígios de papel higiénico a boiar?!...

Há gajas que além de não se limparem e se levantarem a correr para deixarem rasto, não entendem o conceito de autoclismo...

Se é assim no emprego, nem quero imaginar em casa... Badalhoooocaaa!!